FAB 001 "SANTOS DUMONT" AIRBUS 319 ACJ

terça-feira, 19 de maio de 2009

PALESTINA / PALESTINE

Utilizado pelo Governo palestino e escoltados pela Guardia Civil. Esta não é uma perfeitação, mas este registro da aeronave aparece pela primeira vez.
Used by the Palestinian Government and escorted by the Guardia Civil! This shot is not a perfect one, but the aircraft/registration appears for the first time.
(7T-VHP) Lockheed L-1329 JetStar MADRI MAY 2000
Como este avião fico este jeito ? Todo remendado !!!!
(7T-VHP) Lockheed L-1329 JetStar GENEVE FEV 2007
Mais remendos!

(7T-VHP) Lockheed L-1329 JetStar GENEVE ABR 2006

(7T-VHP) LOCKHEED JETSTAR2 GENEVA ABR 2004

PRINCIPADO DE MÔNACO / PRINCIPALITY OF MONACO

(3A-MGA) Dassault Falcon 900EX VIENNA JUN 2008

HOLANDA / NETHERLANDS

(PH-KBX) Fokker 70 (F-28-0070) INSBRUCK FEV 2009

MARROCOS / MOROCCO

(CN-ANU) G-1159A Gulfstream III VIENNA MAR 2009

CN-ANU FEV 2009

CN-ANL MAY 2008

G-1159 Gulfstream II-TT (CN-ANL) NOV 2004

G-1159A Gulfstream III (CN-ANU) LISBOA 1992

Morocco Government, Falcon 50, CN-ANO

domingo, 17 de maio de 2009

CAZAQUISTÃO / KAZAKHSTAN

(P4-KAZ) Boeing 737-7EJ(BBJ) SET 2008

(P4-KAZ) Boeing 737-7EJ BBJ MAY 2008

(P4-KAZ) Boeing 737-7EJ BBJ ABR 2007

TCHECA REPÚBLICA / CZECH REPUBLIC

The Czech Air Force operates two Airbus A319(A319-115X(CJ)), a Bombardier Challenger 600, two Tupolev Tu-154, two Yakovlev Yak-40 airplanes and Mil Mi-8 helicopters for VIP transport, primarily that of the President, Prime Minister, and members of Government and Parliament of the Czech Republic.
(2801) Airbus A319-115X CJ FEV 2009

(3085) A319-115X CJ OUT 2008

Airbus A319-115X CJ 2801 01 JUN 2007

(0260) Yakovlev Yak-40 JAN 2009

Yakovlev Yak-40K 1257 DEZ 2008

(1016) Tupolev Tu-154M OUT 2006


Tupolev Tu-154M 1003 61DLT JUN 2005


CL-600-2B16 Challenger 601-3A 5105

SUBMARINO NUCLEAR BRASILEIRO





domingo, 17 de maio de 2009, 08:34 Online Submarino nuclear brasileiro pode sair daqui a 12 anos.
ALEXANDRE RODRIGUES - Agencia Estado RIO -

A Marinha do Brasil já encontrou o lugar ideal para a construção do complexo industrial naval de onde deve sair, em pelo menos 12 anos, o primeiro submarino nuclear brasileiro. Trata-se de uma área de 95 mil metros quadrados encravada na Ilha da Madeira, às margens da Baía de Sepetiba, litoral sul do Rio. A Marinha negocia a cessão do terreno, próximo ao Porto de Itaguaí, com a Companhia Docas, atual proprietária, enquanto faz os últimos ajustes no projeto. Se forem obtidas as licenças ambientais, serão erguidos ali a nova base da Força de Submarinos da Marinha, que atualmente fica em Niterói, e um estaleiro de grandes proporções, capaz de abrigar as dimensões da futura linha de produção da prioridade número um da Marinha.No caminho para desenvolver o casco do submarino nuclear, a Marinha vai construir quatro submarinos convencionais, de propulsão diesel-elétrica, do modelo francês Scorpène. Eles integram o pacote do acordo militar assinado entre Brasil e França no fim de 2008, durante a vista do presidente francês, Nicolas Sarkozy, ao Brasil. Vão se juntar à atual frota nacional de cinco submarinos da classe Tupi, construídos com tecnologia alemã. O convênio de transferência da tecnologia do Scorpène também contempla o financiamento de um grupo de instituições financeiras francesas para todo o projeto, cujo valor ainda não foi fechado. É o que falta para que a Marinha comece a executar o plano. "Atualmente estamos na fase de pré-planejamento, acompanhando as discussões contratuais", disse ao Estado o almirante de esquadra reformado José Alberto Accioly Fragelli, convocado em setembro pelo comandante da Marinha, Júlio de Moura Neto, para coordenar o Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear. Ex-chefe do Estado Maior da Armada, Fragelli negociou a compra do porta-aviões São Paulo da França, em 2000. Empolgado com a retomada da construção de submarinos brasileiros - o último, Tikuna, saiu do Arsenal de Marinha em 2006 - ele explica que a troca da plataforma alemã pela francesa é o passaporte para o casco do veículo nuclear.Além de ter sensores e sonares mais modernos do que os Tupi, o Scorpène tem o formato arredondado inspirado no nuclear francês, o que favorece a operação a profundidades maiores. O que muda no caso do nuclear é o tamanho. Enquanto o convencional tem 6,3 metros de diâmetro e desloca 1,4 mil toneladas, o nuclear precisará de 9 metros para abrigar o reator nuclear e deslocar 6 mil toneladas.Por isso a Marinha decidiu construir um novo estaleiro, já que o do Arsenal de Marinha, na Baía de Guanabara, não pode abrigar a linha de montagem de um casco tão grande. Fragelli acredita que as formalidades do financiamento e as licenças ambientais serão definidas ainda este ano. Assim, o complexo naval e o primeiro Scorpène poderão começar a sair do papel no primeiro semestre do ano que vem. Dois anos depois, entra em construção simultânea o segundo. O terceiro e o quarto, iniciam os trabalhos com intervalo de um ano e meio. Mantido o cronograma, o primeiro sairá do estaleiro em 2015 e o último em 2021.